Uma mensagem publicada pela Europol, agência policial da União Europeia, em sua conta do Twitter ontem (12), confirmou uma ação conjunta de polícias de vários países, lideradas pela Alemanha, para desbaratar o “maior mercado de darknet do mundo”, cujo suposto operador, um cidadão australiano, utilizou para facilitar a venda de drogas, dados de cartões de crédito roubados e malwares.

No momento em que foi colocado offline, o chamado DarkMarket tinha quase 500 mil usuários e mais de 2,4 mil vendedores, hospedando cerca de 320 mil transações envolvendo troca de cerca de US$ 171 milhões (R$ 910 milhões) em criptomoedas. Os policiais acreditam que grande parte das transações representa o comércio de rua de narcóticos, obrigado entrar online devido à pandemia.

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