Na última segunda-feira (12), o Parler retaliou as decisões da Amazon com uma ação judicial alegando “quebra de leis antitruste”. Fora do ar desde o começo da semana, Parler segue na busca por novos serviços de hospedagem — cujos provedores se negam a prestar serviço à companhia —, enquanto continua removido das lojas de aplicativos Google Play Store e App Store por estimular a violência.

Parler se tornou recinto para a base extremista e supremacista do presidente Donald Trump desde seu lançamento, recebendo exponencial relevância após ter sido banido do Twitter, sendo divulgado como alternativa à rede social. Naturalmente, a plataforma passou a ser recheada de conteúdo violento e criminoso, violando termos da Amazon Web Services, culminando na suspensão do suporte do serviço de hospedagem.

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